“O Cristo dos Ramos”

o cristo dos ramos

Os sinais de humildade que Cristo nos revela a partir do domingo de ramos são esplendorosos. Mesmo no momento de maior reconhecimento público atribuído a Jesus, este ocorre de forma simples e singela. Jesus sendo Deus não exigiu os sinais de poder que o imperador romano possuía em tais ocasiões. O Jesus que passava montado em um jumentinho por entre os ramos e os louvores do povo, transmite para nós toda sua confiança no anuncio do Reino de Deus, sua paixão e seu sonho na edificação do Reino. Sereno ele se prepara para sua etapa mais humanamente dolorosa em Jerusalém.

Isso tudo não passa sem antes nos transmitir a responsabilidade de continuar sua missão, sacramentada no amor ao próximo e no serviço instituído na ultima ceia. No pão e o vinho se entrega a seus irmãos como presença viva no ceio da comunidade.

Jesus nos ensina nesta semana a sermos igreja, a sermos discípulos e a servirmos no amor maior. Até as ultimas consequências.

Poema: O Cristo dos Ramos
Sobre um jumentinho
um homem passava devagarinho.
Seus olhos brilhavam
seus lábios cantavam
um canto baixinho.

Seu corpo sentia
a brisa macia,
com isso ele ouvia
a multidão que dizia:
“Bendito o quem nos vem trazer a vida.”

O homem olhava e sorria
aquele sorriso sempre doce que trazia,
era um dia de alegria
que suspirava uma bela profecia:
 “Se as vozes calarem,
farei as pedras gritarem.”
Essa profecia…
por entre os ramos se ouvia.

Por Marco Aurélio
(Membro GT de Formação da PJ Região Brasilândia)

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